
invenção gaulesa que conquistou o mundo: A Greve
Em frente a prefeitura aqui em Paris tem uma praça chamada place de grève que era onde tudo acontecia, por ser central e perto do sena. Foi lá por exemplo onde montaram a primeira guilhotina. Os desempregados iam pra lá vagabundear e ver se descolavam algum bico carregando ou descarregando algum barco que atracasse por ali. E de quebra assistir a uma execução ou reclamar de alguma coisa, o que eles amam fazer. Criou-se então a expressão fazer greve, que queria dizer “vou lá pra praça de greve fazer porra nenhuma”.
La na França é foda, qualquer coisa eles fazem greve, chega a ser mongol. Fazem duas semanas, o dono da Louis Viton vendeu um jornal pra comprar outro. Os funcionários do jornal vendido não aceitaram ser vendidos e fizeram greve. Os funcionários do outro jornal não aceitaram ser comprados e fizeram greve também. Resultado, os dois maiores jornais de economia e finanças do país não circularam quarta-feira da semana passada porque meia dúzia de jornalistas estava com o orgulho ferido. Outro dia vi que tinha uma galera fazendo greve contra a venda do Facebook (tipo o orkut deles). E hoje vocês devem estar vendo no jornal a zona que está esse lugar aqui com a greve dos transportes… A segunda em pouco mais de um mês. Como dizia minha vó, isso é falta de couro no lombo KKKKKKKKKKKKKKKKkkkk




Os trens da estrada ou(trens do asfalto) são verdadeiros monstros sobre rodas. Às vezes, um único caminhão pode rebocar até doze carretas de carga. Este tipo de caminhões circula em torno de determinadas estradas do interior de Austrália, onde as vias retas e longas com poucas curvas, se tornaram um método muito eficiente para transportar cargas grandes. Os condutores devem ser muito cautelosos na hora de fazer uma ultrapassagem a estes caminhões gigantes e às vezes esperar durante vários quilômetros. 



